Connect with us

Featured

Corpo de Bombeiros extingue 4 incêndios florestais e combate 12 neste sábado (16)

Published

on

A corporação realiza ainda o monitoramento dos focos de calor ativos no Estado; 23 focos são queimadas irregulares

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) extinguiu, nas últimas 24 horas, quatro incêndios florestais e continua, neste sábado (16.8), atuando no combate a outros 12 focos ativos em diferentes regiões do estado.

Os focos extintos estavam localizados nos municípios de Nossa Senhora do Livramento, Chapada dos Guimarães, Água Boa e Torixoréu.

Os bombeiros seguem mobilizados em ações contínuas em outra ocorrência em Nossa Senhora do Livramento, além dos municípios de Pontes e Lacerda, Aripuanã, Novo Mundo e no Assentamento 12 de Outubro, em Cláudia.

As equipes combatem ainda dois incêndios florestais em Nova Brasilândia, às margens da rodovia MT-251, e outro em Poxoréu, às margens da MT-130, além de um foco em uma propriedade rural no município de Santa Terezinha.

Neste último caso, os trabalhos estão sendo realizados desde o dia 12, com reforço de máquinas pesadas, caminhão-pipa, além das equipes em campo. O combate também foi intensificado em São José do Rio Claro, onde já foi utilizado um avião para dar suporte às ações. Nessa ocorrência, aproximadamente 60 mil litros de água já foram utilizados para evitar a propagação das chamas.

Ainda neste sábado, as equipes iniciaram o combate a outros dois incêndios florestais, nos municípios de Cáceres e Vila Bela da Santíssima Trindade. Em todos os locais, os bombeiros atuam de forma ininterrupta, com foco na contenção dos incêndios e na preservação de vidas, propriedades rurais e do meio ambiente.

Fiscalização e Monitoramento

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento de 50  focos de calor ativos em todo o estado. Desse total, 27 são incêndios florestais, sendo 18  em terras indígenas e uma na unidade de conservação Área de Proteção Ambiental (APA) dos Meandros do Rio Araguaia em Cocalinho.   Outros 23 focos restantes correspondem a queimadas irregulares.

As ocorrências em terras indígenas incluem: seis dois focos na Terra Indígena  Parabubure em Campinápolis; dois focos na Terra Indígena Nambikwara em Comodoro; dois focos na Terra Indígena  Pimentel Barbosa em Canarana;

um foco na Terra Indígena Marechal Rondon em Paranatinga; um foco na Terra Indígena Ubawawe em Santo Antônio do Leste; um foco na Terra Indígena  Sangradouro/Volta Grande em Poxoréu; Terra Indígena  Sangradouro/Volta Grande  em General Carneiro; um foco na Terra Indígena  Capoto/Jarina em Peixoto de Azevedo; um foco na Terra Indígena  Cinta Larga em Aripuanã;  um foco na Terra Indígena  Maraiwatsede em Alto Boa Vista.

No caso de áreas indígenas, o combate deve ser feito por órgãos do Governo Federal, já que o Estado não possui autorização para atuar. Até o momento, o Corpo de Bombeiros Militar não foi acionado.

Já os outros 23  focos de calor ocorrem em diversas regiões do Estado, resultantes do uso irregular do fogo, e estão sendo fiscalizados no âmbito da Operação Infravermelho, cujo monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar de forma antecipada áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 117 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme última checagem às 17h, no Programa BDQueimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Desses, 72 estão na Amazônia e 44 no Cerrado e um no Pantanal. Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde).

É importante destacar que um foco de calor isolado não caracteriza, por si só, um incêndio florestal. No entanto, um incêndio florestal geralmente envolve o acúmulo de diversos focos de calor em uma mesma área.

Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso de fogo para limpeza e manejo de áreas rurais em Mato Grosso. De 1º de junho até 31 de dezembro está proibido o uso do fogo no Pantanal. Nas regiões da Amazônia e do Cerrado, o período proibitivo teve início em 1º de julho e vai até 30 de novembro.

Já nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano. Em caso de qualquer indício de incêndio florestal no bioma, a orientação é que a denúncia seja feita imediatamente pelos números 193 ou 190.

Continue Reading
Advertisement
Click to comment

You must be logged in to post a comment Login

Leave a Reply

Featured

Presidente da Assembleia Max Russi cita preocupação de Mendes com BRT: “É preciso concluir” I MT

Published

on

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), voltou a criticar o atraso nas obras do BRT (ônibus de trânsito rápido) em Cuiabá e defendeu que o consórcio responsável seja multado.

Ele afirmou ter conversado pessoalmente o governador Mauro Mendes (União) sobre o problema e disse que o chefe do Executivo demonstrou preocupação com o andamento das obras. (video abaixo)

“Já falei isso [sobre descontentamento] para o governador, pessoalmente: ‘Governador, precisamos alinhar essas obras, elas precisam avançar’”, disse.

“‘Nós estamos avançando bem na BR-163 e no Parque Novo Mato Grosso é isso é muito bom, mas precisamos concluir o BRT e o Portão do Inferno em Chapada dos Guimarães. São duas obras significativas e que o Governo precisa avançar’”, acrescentou Max detalhando a conversa com o governador.

Russi disse que Mendes também cobrou ao secretário de Estado de Infraestrutura, Marcelo de Oliveira, sobre o melhor andamento das obras do BRT.

“Ele também está preocupado. Ligou para o secretário e pediu agilidade nos encaminhamentos”, afirmou.

Desde o ano passado, a obra do novo modal tem causado transtornos aos cuiabanos, especialmente na Avenida Historiador Rubens de Mendonça (do CPA).

O Consócio responsável pela obra é formado pela Nova Engevix Engenharia e Projetos S.A., Heleno & Fonseca Construtécnica S.A. e Cittamobi Desenvolvimento em Tecnologia Ltda.

Em 7 de março, o Governo e o Consórcio chegaram a um acordo para a rescisão do contrato. Segundo este acordo, as empresas têm um prazo de 150 dias, ou seja até agosto, para finalizar o trecho que foi aberto na Avenida do CPA.

Em caso de não cumprimento, seria aplicada uma multa de R$ 54 milhões. O que não aconteceu até o momento.

 

Acusados de omissão

Para o presidente da Assembleia, o atraso da entrega não pode ser tolerado e exige que o contrato seja cumprido e que providências mais duras, como multa, sejam aplicadas. Para ele, a falta de aplicação pode ser tratada como “omissão” política por parte dos cuiabanos.

“Infelizmente, tem empresas que ganham licitação e não têm capacidade de fazer aquilo que se propõe fazer no prazo que se propõe fazer. Tem que multar! Tem que tomar providência porque se não fizer isso, a população vai achar que a gente é omisso, que a gente está deixando de fazer a nossa parte”, disse.

“Se as empresas não dão conta de fazer, que elas saiam e que empresas melhores assumam essa obra para concluir o mais rápido possível. Nós temos, em Mato Grosso, boas empresas, mas infelizmente tem também aquelas que não conseguem cumprir com a sua obrigação”, completou.

VEJA VIDEO:

Continue Reading

Featured

Vídeo; Professora é sequestrada por dupla na porta de casa; polícia faz buscas

Published

on

Familiares estão preocupados com a situação e não encontram explicação para o desaparecimento

Forças da Segurança Pública estão investigando o desaparecimento da professora Rosineide da Silva Pereira, 41, vista pela última vez sendo abordada por dois homens de moto na porta de casa, no fim da tarde de quinta-feira (11), em São José do Rio Claro (315 km ao médio-norte de Cuiabá). Ela foi levada pelos suspeitos no próprio carro, um Jeep Compass. Câmeras de segurança mostram o momento da abordagem. O veículo também não foi encontrado.

Reportagem apurou que amigos da professora, concursada no município e dá aula na rede pública, sentiram falta dela, que deixou de responder às mensagens. Eles foram até a casa dela, mas não a encontraram. O carro também não estava.

Porém, na porta da casa estava uma motocicleta com a chave na ignição. Câmeras de segurança registraram o momento que dois homens de moto param na casa da mulher, eles fazem a abordagem e saem no carro da vítima. Ao que tudo indica, até o momento, é que ela foi levada junto com a dupla – ainda não identificada.

Polícia Civil e Militar está mobilizada em busca da professora. Câmeras de segurança instaladas pela cidade estão sendo fiscalizadas para traçar a rota possível do veículo. Dentro da casa, não há sinais de arrombamento, nem mesmo de luta corporal.

A reportagem conversou com a cunhada da professora e narrou que a família está aflita com toda a situação, já que não há motivos para ela ter sido sequestrada. “É uma professora da cidade, não tem inimizades, então, estamos achando tudo isso bem estranho. Estamos mobilizados em busca de informações sobre o paradeiro dela”.

 

Informações podem ser passadas à polícia pelo 190 ou 187.

VEJA VIDEO DO MOMENTO;

Continue Reading

Featured

Deputados aprovam Projeto de Resolução que institui o Prêmio ALMT de Jornalismo

Published

on

Ideia é ampliar o acesso da população às informações e dados sobre as atividades do Parlamento e de seus deputados

Deputados estaduais de Mato Grosso aprovaram por unanimidade em segunda votação, durante sessão ordinária nesta quarta-feira (10), o Projeto de Resolução 764/2025, de autoria da Mesa Diretora, que institui o Prêmio ALMT de Jornalismo no âmbito do Poder Legislativo do Estado.

O artigo 2º do projeto, destaca que o prêmio visa estimular os trabalhos dos jornalistas que fazem a cobertura das atividades legislativas, além de destacar a relevância de suas contribuições para a sociedade mato-grossense, por meio da divulgação de assuntos discutidos em sessões plenárias, comissões permanentes e temporárias e audiências públicas que resultam em leis e outras ações da Casa de Leis.

O parágrafo 2º cita que os “cinco eixos do Prêmio ALMT de Jornalismo são: Telejornalismo, Reportagem em Texto, Radiojornalismo, Fotojornalismo e o Universitário”.

À Secretaria de Comunicação (Secom/ALMT), conforme o artigo 3º do projeto, caberá articular pessoas e instituições públicas e privadas para atuarem de forma coletiva e colaborativa objetivando o estímulo ao desenvolvimento dos trabalhos jornalísticos no âmbito estadual.

O artigo 4º destaca que ainda caberá à Secretaria de Comunicação, sob direção da Presidência da Assembleia, “a governança do Prêmio ALMT de Jornalismo competindo-lhe exercer todos atos que se fizerem necessários para o alcance das políticas públicas estabelecidas nesta Resolução, tais como: instituir colegiados representativos e consultivos temporários ou permanentes com representações do poder público, da academia e/ou do setor privado, instituir parcerias com entidades públicas ou privadas para a promoção da Política de Jornalismo no âmbito estadual e do Prêmio ALMT de Jornalismo”.

O parágrafo único do artigo 4º observa que “a gestão das atividades técnicas e funcionais do Prêmio ALMT de Jornalismo será realizada pela Secom/ALMT por intermédio de uma comissão específica, designada pela Mesa Diretora, responsável pelo exercício das atribuições necessárias para a concretização do prêmio”.

A Secom/ALMT, responsável pelo Prêmio ALMT de Jornalismo, será auxiliada pela Escola do Legislativo e pela Procuradoria-Geral da ALMT.

Será atribuição da Escola do Legislativo a promoção de capacitação para o desenvolvimento de competências dos profissionais e estudantes de comunicação, por meio de parcerias com outras instituições de ensino e empresas atuantes na área de comunicação.

Será atribuição da Procuradoria-Geral da ALMT a prestação de consultoria e assessoria jurídica que se fizerem necessárias para a realização do Prêmio ALMT de Jornalismo.

O projeto de resolução traz ainda, no artigo 7º, que a Secom/ALMT, uma vez autorizada pela Mesa Diretora, promova o evento correspondente ao Prêmio ALMT de Jornalismo, a ser realizado periodicamente, ao menos uma vez por ano, com abrangência a todos os jornalistas do Estado. Cita o parágrafo único que as instituições públicas e privadas poderão apoiar e patrocinar a execução de qualquer uma das técnicas ou categorias inscritas no concurso, sob a forma de concessão de recursos financeiros, autorizações para realizar cursos e workshops, entre outros.

O artigo 8º aponta que o edital do prêmio publicado por meio de ato próprio, que conterá o detalhamento geral do concurso. Em justificativa ao projeto de resolução, a Mesa Diretora declara que o Prêmio ALMT de Jornalismo “é um instrumento de valorização da atividade jornalística e de fortalecimento da relação entre o Parlamento Estadual e a sociedade mato-grossense”.

Conforme a Mesa Diretora, “a proposta parte do reconhecimento de que o jornalismo exerce papel essencial na consolidação da democracia, ao garantir o acesso da população à informação de qualidade, promover o debate público e fiscalizar as ações dos poderes constituídos. No contexto legislativo, essa atuação é ainda mais relevante, pois permite que os cidadãos compreendam os processos de elaboração das leis, acompanhem os trabalhos dos parlamentares e participem ativamente da vida política do Estado”.

Cita ainda a justificativa que “o projeto está alinhado com os princípios constitucionais da publicidade, da eficiência e da participação popular, e representa um avanço significativo na valorização da imprensa regional e na promoção de uma cultura democrática mais sólida e participativa”.

 

Continue Reading

Trending

Copyright © 2025 O Noroeste MT